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Que urucubaca de Arruda: Operação da PF atinge um de seus principais aliados e amplia repercussão sobre pré-campanha no DF

A pré-campanha do ex-governador José Roberto Arruda (PSD) voltou ao centro das atenções nesta terça-feira (4) após um de seus aliados políticos ser alvo de uma operação da Polícia Federal. A cada semana um fato novo surge levando de forma direta ou indireta o nome do ex-governador pro buraco

O advogado Willer Tomaz foi um dos alvos de mandados de busca e apreensão cumpridos durante uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga um suposto esquema de descontos irregulares em benefícios do INSS. As apurações envolvem suspeitas de lavagem de dinheiro, ocultação patrimonial e organização criminosa.

A ligação entre Willer Tomaz e José Roberto Arruda é conhecida no meio político. Em 2025, ambos participaram de agendas relacionadas à preparação da estrutura da pré-campanha ao Governo do Distrito Federal. Nos bastidores, o advogado também era apontado como um dos principais articuladores políticos do projeto eleitoral do ex-governador.

De acordo com a Polícia Federal, as investigações apontam indícios de movimentações financeiras e patrimoniais realizadas por meio de pessoas físicas e jurídicas, contas bancárias de terceiros, empresas e operações em dinheiro vivo. Segundo os investigadores, esses mecanismos teriam sido utilizados para ocultar a origem e o destino de recursos.

Ainda conforme a PF, a estrutura atribuída a Willer Tomaz teria funcionado como um centro de apoio financeiro, patrimonial e logístico para investigados, entre eles o senador Weverton Rocha (PDT-MA), que também foi alvo das diligências.

Embora José Roberto Arruda não seja alvo da operação, o envolvimento de um de seus principais aliados faz com que o episódio repercuta também no cenário político do Distrito Federal. A operação acrescenta um novo elemento ao ambiente da pré-campanha e tende a ampliar o escrutínio sobre pessoas próximas aos principais grupos políticos que disputarão as eleições de 2026.

Para quem anda julgando e criticando as ações do atual governo, principalmente em relação ao caso MASTER/BRB, seria prudente que Arruda escolhesse melhor com quem anda.

Críticas são livres, mas não seria o momento de ele avaliar e fazer uma introspecção de que enquanto critica buscando projeção a qualquer custo não esteja se sentando no colo de um dos bandidos do maior escândalo nacional contra os velhinhos aposentados, o MENSALÃO DO INSS?

As investigações seguem em andamento, e os fatos ainda serão analisados no curso do processo, garantindo-se aos investigados o direito ao contraditório e à ampla defesa.

Da redação com informações da Folha Evangélica

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