A sucessão de ações movidas por partidos de esquerda junto ao Supremo Tribunal Federal e à Procuradoria-Geral da República vem sendo vista por muitos brasileiros como mais uma tentativa explícita de transformar instituições em instrumentos de disputa política. PT, PSOL e Rede têm intensificado uma estratégia baseada não no debate de ideias ou no enfrentamento democrático nas urnas, mas na judicialização permanente da política nacional.
O mais recente episódio envolve deputados federais do PSOL e da Rede, que acionaram a Procuradoria-Geral da República contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), após sua atuação nos Estados Unidos, pedindo investigação por suposto atentado à soberania nacional. Em sua visita à Casa Branca, Flávio disse claramente ser favorável a classificação das duas maiores facções criminosas do país, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando vermelho (CV) como organizações terroristas.
Coincidentemente ou não, Marco Rubio, Secretário de Estado dos Estados Unidos no governo Trump, uma das figuras mais altas e influentes da administração, considerado o principal diplomata e chefe do Departamento de Estado, além de Assessor de Segurança Nacional do país, anunciou poucos dias depois a classificação do PCC e CV como organizações terroristas.
Para críticos da iniciativa, o movimento esquerdista não passa de mais uma tentativa de criar factoides políticos, desgastar adversários e alimentar narrativas ideológicas em um momento de crescente desgaste da esquerda perante grande parte da população que não aceita mais conviver com a criminalidade crescente e descontrolada no país.
A reação nas redes sociais foi imediata. Muitos internautas apontaram que os mesmos setores políticos que frequentemente relativizam alianças internacionais ideológicas agora tentam transformar reuniões, diálogos diplomáticos e posicionamentos políticos em supostos crimes contra o Estado brasileiro. Na prática, o que se observa é uma escalada de ações que acabam contribuindo para aumentar ainda mais a polarização e o clima de instabilidade política no país.
Críticos também afirmam que há uma tentativa constante de intimidar lideranças conservadoras por meio de representações judiciais, pedidos de investigação e ações midiáticas cuidadosamente articuladas. Segundo essa visão, em vez de apresentar soluções concretas para problemas como inflação, insegurança, desemprego e avanço do crime organizado, partidos da esquerda preferem apostar em embates judiciais e narrativas políticas para mobilizar suas bases.
A percepção de parte da sociedade é de que o STF e a PGR vêm sendo acionados a todo instante para questões que deveriam ser resolvidas no campo político e eleitoral. Esse comportamento, segundo analistas e opositores, acaba desgastando instituições importantes da República e alimentando a sensação de que determinados grupos tentam vencer adversários “no tapetão”, e não no voto popular.
Enquanto isso, cresce entre eleitores conservadores e setores independentes a cobrança por equilíbrio institucional, respeito à divergência política e fim da utilização excessiva do Judiciário como ferramenta de militância partidária.
Para esses brasileiros, democracia se fortalece com debate, transparência e voto — não com uma avalanche de ações judiciais movidas sempre contra os mesmos alvos políticos.
O problema para a esquerda é que o eleitor já percebeu isso…
Da redação por Jorge Poliglota…



