“O grosso já começou a entrar”: Ricos poderão pagar mensalidades em Universidades públicas

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), em entrevista coletiva (Foto: Diogo Zacarias/MF)

Próximo passo do governo, segundo informações da Folha de S. Paulo, é que estudos possam promover a cobrança de mensalidade em Universidades Públicas

Lula negou que haveria mudanças no piso de despesas com educação, porém a equipe econômica redirecionou as atenções a outras medidas de ajuste ligadas à área. Entre elas, cobrar mensalidade de alunos ricos em universidades públicas e alterar parâmetros do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica).

As medidas são analisadas por uma ala do governo e, de acordo com relatos feitos à Folha, fazem parte de um cardápio com mais de cem iniciativas vistas como passíveis de serem colocadas em debate. O objetivo é buscar o reequilíbrio fiscal diante do compromisso de eliminar o déficit nas contas públicas.

A cobrança das mensalidades nas universidades seria voltada apenas a alunos de classes sociais mais favorecidas. A iniciativa teria como alvo parte do universo de 1,3 milhão de estudantes matriculados na rede federal de ensino superior (segundo o Censo da Educação Superior do Inep de 2022).

Com informações da Folha de S. Paulo

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