Ninguém falou nada. A grande mídia se calou, não deu ênfase na prisão do vereador Senival Moura (PT) na suposta ligação dele com as facção terrorista PCC
Mas as redes sociais não perdoam e mostraram o quanto os integrantes da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão monitorando os desdobramentos da prisão do vereador Senival Moura (PT), suspeito de ligação com o PCC com preocupações.
O episódio acendeu um alerta nos bastidores do partido, que teme que o caso seja explorado politicamente durante o período eleitoral. E vai, sem sombra de dúvidas.
Agora a maior preocupação do partido é que o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência, utilize o caso para reforçar ataques associando o PT ao crime organizado. Mas não tem como não associar. A pouco tempo atrás o presidente americano, Donald Trump, declarou as facções criminosas do Brasil, PCC e CV (Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho) como grupos terroristas.
Diante da repercussão, lideranças petistas avaliam medidas internas, incluindo a possibilidade de abertura de processo disciplinar para expulsão do vereador.
O caso ocorre em meio a um cenário de embates políticos sobre segurança pública e classificação de facções criminosas, tema que tem gerado forte repercussão no debate nacional e preocupação no governo federal quanto ao impacto na opinião pública.
Da redação com informações Luiz Bacci




