Pré-candidato à Presidência pelo Novo também defendeu anistia aos condenados de 8 de janeiro e se definiu como representante da direita democrática
O pré-candidato à Presidência pelo Novo, Romeu Zema, defendeu nesta segunda-feira (13) a prisão de ministros do STF durante um evento com empresários na Associação Comercial de São Paulo, onde apresentou propostas ao Planalto.
Zema criticou o que chama de “farra dos intocáveis” em Brasília, defendeu anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro e pediu a prisão de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
“Os intocáveis são aqueles que se consideram acima da lei”, disse Zema. “Incluo, principalmente, dois ministros: Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Esses dois, para mim, não merecem só processo de impeachment, merecem prisão”, completou.
O pré-candidato se definiu como um político da direita democrática. Para ele, nem todos que estão alinhados ideologicamente estão do mesmo lado em questões fundamentais.
“Eu sou uma direita democrática que respeita a Constituição. Tem uma direita aí que, de vez em quando, questiona. Eu sou uma direita que não tem corrupção, escândalos”, disse.
Questionado se as diferenças se aplicam ao Partido Liberal (PL), Zema reafirmou que o Novo se diferencia por não ter envolvidos em casos de corrupção e declarou que o a sigla de Flávio Bolsonaro “tem algumas frutas podres”.
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