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5 celulares de Vorcaro apreendidos pela PF foram retirados do órgão e estão sob a custódia de Toffoli e PGR

A cada dia que as investigações da Polícia Federal avançam sobre o escândalo do Banco Master, mas o governo se desespera e tenta proteger e blindar o banqueiro a todo custo. Vorcaro é uma bomba atômica nuclear que se explodir, destrói a república brasileira.

Pasmem, mas é verdade, 5 celulares pertencentes ao acervo de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foram apreendidos pela Polícia Federal e nele, segundo estimativas dos peritos do órgão, pode estar o fio da meada que pode ligar autoridades públicas e pessoas do judiciário em crimes ou nos crimes já cometidos.

A decisão de Toffoli pode comprometer a conexão de provas contidas nesses equipamentos eletrônicos com o que já foi apurado da operação de novembro e comprometer novos depoimentos.

No último dia 14/01 a PF desencadeou a segunda fase da Operação Compliance Zero apreendendo 39 celulares. Desses, cinco pertenciam a Vorcaro. Em novembro, na primeira batida, um celular usado pelo banqueiro já havia sido apreendido e até onde foi investigado, e revelado discretamente, já era considerado uma “Bomba Relógio”. Imagine agora se houver um cruzamento de dados entre os outros cinco apreendidos?

Evidências apreendidas são essenciais para elucidar suposto esquema

Investigadores destacam que as novas apreensões, da semana passada, foram cruciais para complementar o levantamento da primeira fase, na tentativa de identificar os elos e as sustentações do suposto esquema ilegal envolvendo o Master, Vorcaro e figuras influentes em Brasília, desde o campo político, de controle financeiro até o Judiciário.

Um dos principais focos desta etapa recaiu sobre os celulares e dispositivos eletrônicos do círculo próximo ao banqueiro, considerados estratégicos para o avanço do inquérito. Investigadores descrevem esses aparelhos, especialmente os de Vorcaro, como peças-chave com vídeos, documentos e trocas de mensagens que envolveriam agentes do mercado financeiro, integrantes da elite política e órgãos de cúpula do Estado, como tribunais de controle e o próprio Judiciário.

O sigilo e a restrição de acesso aos aparelhos colocam em xeque a preservação das provas e novas elucidações que poderiam ter um efeito bombástico. Além de ter encaminhado os aparelhos para a Procuradoria-Geral da República (PGR), Toffoli indicou nominalmente os quatro peritos da PF que deveriam acompanhar a extração dos dados.

Em geral, materiais apreendidos em investigações são periciados, guardados e analisados pela própria PF, que aponta suas conclusões em relatórios nos quais narra fatos que podem configurar crimes. Geralmente seria numa fase posterior que a PGR, que compõe o Ministério Público, examina juridicamente os achados da polícia para formular uma denúncia (uma acusação formal) junto à Justiça ou pedir o arquivamento do caso. Interferências do MP no trabalho da PF costumam gerar atritos institucionais e podem beneficiar as defesas, que se aproveitam das contradições para anular uma investigação.

A segunda fase da operação sobre o Master foi deflagrada para aprofundar apurações sobre supostas fraudes financeiras e esquemas de lavagem de dinheiro, mas o ministro colocou uma série de regras consideradas por analistas jurídicos excessivas para o acesso aos materiais. O ministro estaria tentando mostrar que está no comando da apuração.

Em regra, juízes não conduzem investigações, apenas autorizam diligências pedidas pela polícia ou Ministério Público para elucidar os fatos. Na doutrina penal mais atual, sua função é de supervisão, de modo que medidas invasivas, como quebras de sigilo, apreensões, interceptações e até prisões, não sejam excessivas a ponto de violar direitos de defesa dos investigados.

A pergunta agora é: “onde andam os representantes eleitos pelo povo que até o momento não se pronunciaram sobre as inúmeras manobras que tem sido protagonizada para, claramente, proteger Vorcaro, seus possíveis “parças” e seus negócios escusos?”

Vai saber né…

Da redação com informações Gazeta do Povo

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