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Michelle Bolsonaro: Sofrimento e dor motivaram Bolsonaro a pedir a Deus para levá-lo

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro declarou nesta quarta-feira (7) que o ex-presidente Jair Bolsonaro enfrentou um nível extremo de dor durante a internação hospitalar recente. Segundo ela, o sofrimento foi tão intenso que ele chegou a pedir a Deus para levá-lo. A fala expõe um momento de fragilidade física e emocional vivido pelo ex-chefe do Executivo enquanto recebia cuidados médicos.

Confira detalhes no vídeo:

Michelle afirmou que Bolsonaro convive com dores constantes desde o atentado a faca sofrido em 2018, episódio que marcou definitivamente sua saúde. De acordo com ela, desde então o ex-presidente passou a viver em um estado permanente de alerta físico, lidando diariamente com limitações e desconfortos. Para a ex-primeira-dama, esse quadro levou Bolsonaro a desenvolver uma espécie de resistência forçada à dor.

Ela relatou que, ao longo dos anos, o ex-presidente aprendeu a suportar o sofrimento sem demonstrar publicamente a gravidade da situação. No entanto, destacou que essa postura não elimina a dor, apenas mascara a intensidade do problema. Segundo Michelle, a rotina de Bolsonaro é marcada por episódios frequentes de mal-estar, desgaste físico e cansaço acumulado.

Durante a internação mais recente, esse limite teria sido ultrapassado. Michelle disse que Bolsonaro apresentou sinais claros de exaustão, tanto física quanto emocional. O pedido feito a Deus, segundo ela, reflete o grau de sofrimento enfrentado naquele momento específico, quando as dores se tornaram difíceis de suportar mesmo para alguém já acostumado a conviver com elas.

A ex-primeira-dama também apontou que o impacto psicológico das sequelas não pode ser ignorado. Além das complicações físicas, Bolsonaro teria passado por anos de pressão intensa, estresse contínuo e cobranças constantes, fatores que, segundo ela, agravam o quadro clínico. A combinação entre dor física e desgaste emocional teria pesado de forma significativa nos últimos dias.

Pessoas próximas ao ex-presidente afirmam que ele costuma minimizar seus problemas de saúde em público, mantendo uma imagem de resistência. Nos bastidores, porém, o cenário seria diferente. Familiares e aliados relatam dificuldades de locomoção, dores recorrentes e a necessidade frequente de intervenções médicas, o que exige acompanhamento constante.

As declarações de Michelle repercutiram rapidamente entre apoiadores de Bolsonaro, que passaram a manifestar preocupação com o estado de saúde do ex-presidente. Muitos reforçaram a defesa de cuidados médicos permanentes, considerando o histórico clínico complexo e as sucessivas internações ao longo dos últimos anos.

Ao mesmo tempo, a fala reacendeu debates políticos. Críticos apontam que a saúde de Bolsonaro frequentemente entra no centro da disputa pública, o que intensifica a polarização. Ainda assim, o relato da ex-primeira-dama trouxe um tom mais pessoal, deslocando o foco do embate político para o sofrimento humano envolvido.

Até o momento, informações médicas indicam que Bolsonaro segue sob observação e realizando exames para monitorar seu estado de saúde. A equipe responsável não divulgou detalhes aprofundados sobre o prognóstico, mas confirmou a necessidade de acompanhamento regular.

A declaração de Michelle Bolsonaro reforça a ideia de que o atentado de 2018 deixou marcas profundas e duradouras. Segundo ela, desde aquele episódio, a vida do ex-presidente passou a ser guiada pela dor constante, pela adaptação forçada às limitações físicas e pela fé como principal apoio para enfrentar os momentos mais críticos.

As informações são do site pensandodireita.com / Vídeo Poder360 graus

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