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Vero Notícias, a máquina de “fake news” de Vorcaro e velhacos, ataca o governo Celina Leão e a imprensa do DF

O site Vero Notícias foi criado por um personagem oriundo do interior pernambucano, sem expressão e audiência, mas com uma receita impressionante de fazer inveja a qualquer site de notícias, que somadas chegam a R$ 1,3 milhões de reais recebidas através de notas fiscais emitidas pelo Banco Master entre abril e novembro de 2025. O Master, para quem não se lembra, está envolvido em investigações do maior escândalo financeiro do país aplicado por seu proprietário Daniel Vorcaro, preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília

Notas fiscais emitidas pelo Banco Master em favor do Portal vero Notícias entre abril e novembro de 2025 (Fatos Online)

Pois bem! Esse site, que chegou com um discurso de mostrar “todos os lados da verdade” e “cunho investigativo”, passou a ficar na mira da polícia e autoridades por transformar-se, de forma articulada e em tão pouco tempo, em instrumento de fake news e ataques desproporcionais à governadora Celina Leão, ao Governo do Distrito Federal e a imprensa local, supostamente apoiado por “velhacos” da política do Distrito Federal, conforme revelado pelo jornalista Mino pedrosa em sua coluna no portal fatosonline.

O site, registrado em 03/06/2022 na Junta Comercial do DF, tem Lucas Costa Valença como fundador, jornalista, proprietário e editor-chefe do portal, cuja declaração de capital social foi de apenas R$ 1.000,00 (mil reais). Porém, o início de sua operação jornalística ocorreu somente em setembro de 2024, quando o site entrou efetivamente no ar, coincidentemente no período em que já haviam investigações sobre as falcatruas envolvendo o Banco Master, comandado por Daniel Vorcaro.

O que chamou a atenção do meio de comunicação do DF foi como explicar o fato de um blog tão recente ter captado mais de R$ 2 milhões em recursos oriundos do Banco Master, comprovados por meio de notas fiscais (abaixo) disponibilizadas no portal fatosonline pelo jornalista Mino Pedrosa, e que de acordo com Lucas Valença, referiam-se apenas à prestação de serviços publicitários.

Ora, mas o Vero não foi criado com esse objetivo já que sua atividade principal registrada na Receita Federal se refere a “Consultoria em gestão empresarial” (CNAE M-7020-4/00). A secundária (CNAE 63.19-4-00), Portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet. Teria ele mudado de opinião e tornado a secundária em principal, ostentando o lema de ser independente, jornalisticamente investigativo e fã de “todos os lados da verdade” prevendo um futuro promissor?

Mas existe um lado que talvez os leitores, e eleitores, não têm conhecimento: o dos bastidores!

Para empresários do ramo da comunicação de Brasília ouvidos pelo Portal Opinião Brasília, é difícil explicar a ascensão meteórica em apenas 3 anos e 11 meses de um site, comandado por um forasteiro de Brasília, que se tornou um “fenômeno jornalístico”, desbancando empresas de comunicação estabelecidas no DF a 10, 15 e até 20 anos, além de portais de grande credibilidade.

Talvez o que o Vero Notícias não consiga explicar seja por que ele, com tanta competência empresarial, jornalística e patrocínio Master, não conseguiu ter sequer seu cadastro aprovado nos rígidos requisitos exigidos pela Secretaria de Comunicação do DF, cuja lista foi atualizada no último dia 30/04/2026. Clique aqui e confira. Seria mágoa os ataques constantes?

Ataques fraudulentos e mentirosos

Além dos ataques covardes e mentirosos do Vero contra Celina Leão — o que já lhe custou um processo por difamação pela governadora e também contra Lucas Valença —, agora ele parte para uma nova frente de ataque: o secretário de Comunicação do DF, Welington Moraes e os portais de notícias cadastrados na Secretaria de Comunicação (SECOM-DF).

Na verdade, quando ele ataca portais seletivamente escolhidos, ele ataca toda a imprensa brasiliense, desrespeita seus pares e expõe empresas que geram receitas à economia do Distrito Federal através de seus impostos e que geram empregos diretos. Mais que isso, demonstra seu mau-caratismo, falta de compromisso e responsabilidade ética que o jornalismo sempre pregou.

Utilizando ferramentas fraudulentas disponíveis no mercado, Lucas e sua trupe passaram a construir narrativas e divulgar informações numéricas inverídicas acerca dos portais de notícias. Esqueceu-se o jovem blogueiro pernambucano de que todas as informações relativas aos serviços prestados por essas empresas são públicas e estão disponíveis no Portal da Transparência, onde uma rápida consulta desmonta toda a narrativa criminosa que esse grupo tenta propagar no Distrito Federal com nítida conotação de denegrir pessoas e empresas.

Ainda maior torna-se a “fake News” — e, consequentemente, a gravidade da conduta — quando o blog apresenta números de Perfis de Audiência sigilosos (Google Analytics), os quais somente os proprietários dessas empresas possuem acesso. Como “empresário” do ramo, ele deveria saber disso.

Ficha criminal do Vero e investigações

Voltando ao Vero Notícias e as investigações, um breve levantamento em redes sociais e sites revela envolvimentos nada republicanos do blog, especialmente após setembro de 2024, quando o portal efetivamente entrou no ar.

Recentemente, surgiram denúncias de que o portal teria proprietários de fachada. Nomes como Daniel Vorcaro, Gim Argello, Dalide Corrêa e José Roberto Arruda foram apontados em reportagens do Portal Fatos Online como as figuras que realmente estariam por trás do negócio.

Oficialmente, fala-se em participação societária. Nos bastidores, porém, desenha-se o velho método de Brasília, principalmente em períodos eleitorais: se cria um site de controle indireto para moldar versões, proteger aliados e atingir adversários. A independência editorial, nesse cenário, torna-se apenas discurso.

As perguntas permanecem abertas e incômodas: quem manda, de fato, no Vero Notícias? Quem pauta, quem escolhe o alvo e quem define o silêncio? Porque, quando comunicação, dinheiro, advocacia e contabilidade se encontram no mesmo endereço, o que se vê não é coincidência, mas estrutura.

No papel, um site de notícias. Na prática, segundo os elementos apresentados, uma engrenagem em que política, dinheiro e narrativa caminham juntos.

Diante disso, a pergunta final deixa de ser retórica e passa a ser inevitável: de “vero”, afinal, o que ainda resta?

Brasília não merece e isso a sociedade, o leitor e o eleitor têm plena consciência…

**Poliglota é jornalista e Editor-chefe do Portal Opinião Brasília

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