Com Ibaneis Rocha iniciando transição serena para Celina Leão assumir o GDF em abril, pesquisas apontam a dobradinha como imbatível – Celina com liderança folgada para o governo e Ibaneis favorito ao Senado –, fruto de uma gestão séria que deixa a oposição sem argumentos reais, restando apenas fake news que o eleitor brasiliense já aprendeu a descartar
O Distrito Federal vive um momento de estabilidade e confiança política que poucos estados brasileiros podem ostentar. O governador Ibaneis Rocha (MDB), com aprovação consolidada em 63% segundo a Real Time Big Data de novembro/dezembro de 2025, inicia uma transição tranquila para sua vice, Celina Leão (PP), que assume o Palácio do Buriti em abril de 2026. Essa passagem de bastão natural e harmoniosa não é apenas administrativa: é o símbolo de uma gestão responsável que entrega resultados concretos e ganha a confiança popular, pavimentando o caminho para uma dobradinha imbatível nas urnas em outubro – Celina ao Governo do DF e Ibaneis ao Senado.
As pesquisas mais recentes confirmam o cenário: Celina Leão lidera com folga em todos os cenários testados, variando entre 40% e 50% das intenções de voto, números que apontam para vitória no primeiro turno. Na Real Time Big Data de dezembro, ela aparece com 50% em cenários sem José Roberto Arruda, mais que o dobro do segundo colocado.
Ibaneis, por sua vez, mantém-se como favorito ao Senado com 35,6% (Paraná Pesquisas de outubro), empatado tecnicamente com Michelle Bolsonaro, mas com rejeição muito menor e crescimento constante entre eleitores moderados, evangélicos e de baixa renda.
Essa combinação – Celina no Buriti e Ibaneis no Senado – é vista como imbatível porque representa continuidade de uma administração que priorizou segurança, saúde, inclusão social e planejamento urbano.
Os números da gestão falam por si: menor índice de homicídios em 48 anos, R$ 23 milhões investidos em dietas especializadas para pacientes domiciliares, regularização de 554 templos evangélicos via Igreja Legal, aprovação do PDOT (regularizando 28 áreas irregulares beneficiando 20 mil famílias), capacitação em direitos do idoso (Resolução 56/2025) e o programa Administração Regional 24 Horas, que já resolveu 76,15% das 64.917 demandas efetivas com redução de 85% no tempo médio de resposta.
Esses avanços deixam os adversários sem discurso legítimo. A oposição – especialmente a esquerda, que já enterrou o PT no DF com desaprovação de Lula em 59,7% – recorre ao que resta: fake news, notícias falsas e narrativas distorcidas para confundir o eleitor.
Ricardo Cappelli (PSB), com apenas 6-7% nas pesquisas, é acusado de usar a ABDI como QG eleitoral e foi multado por difamação; Leandro Grass (PT), traído pela própria base, não passa de 13-16%; Arruda, inelegível e rejeitado até por pastores evangélicos que o expulsaram de convenções, aparece com 21% em alguns cenários, mas com rejeição de 53%.
A extrema-esquerda e a “República dos Condenados” tentam ressurgir com ataques rasteiros, mas o eleitor brasiliense já aprendeu a separar o joio do trigo. Ele sabe que fake news não consertam buracos na rua, não reduzem homicídios, não regularizam templos e não entregam saúde domiciliar.
A transição Ibaneis-Celina é tranquila porque é legítima: construída sobre trabalho sério, diálogo com a sociedade (incluindo a comunidade evangélica fechada com a dupla) e resultados mensuráveis. Enquanto o Brasil enfrenta polarização nacional – com Flávio Bolsonaro empatado com Lula, fraudes bilionárias no Banco Master e CPMI do INSS que atingem diretamente o governo petista, – o DF escolhe o caminho da estabilidade e da eficiência.
Celina ao Governo e Ibaneis ao Senado não são apenas uma chapa: são o reconhecimento popular de uma gestão que governa para o povo, não para ideologias ou vaidades.
A oposição pode continuar com sua política suja e rasteira, mas o eleitor do DF já decidiu: prefere quem entrega a quem mente. Para 2026, a dobradinha Celina-Ibaneis caminha para uma vitória histórica – e o legado de responsabilidade continuará transformando Brasília.
As informações são do Blog do Callado





