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“Seguirá fortalecido por sua fé”, diz deputado autorizado a visitar Bolsonaro na Papudinha

Ao determinar transferência de ex-presidente, ministro Moraes garantiu o direito à assistência religiosa prestada por Thiago Manzoni e Robson Rodovalho

O deputado distrital Thiago Manzoni (PL-DF), que recebeu autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para fazer visitas religiosas a Jair Bolsonaro (PL), defendeu que os encontros servem para que o ex-presidente receba consolo por meio do acompanhamento espiritual.

O parlamentar, que também é pastor, atua na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e é secretário-geral do Partido Liberal no DF. Ele faz parte do grupo de oração liderado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), em Brasília, e assegurou que os encontros terão caráter unicamente religioso.

“A visita tem caráter de continuidade desse acompanhamento espiritual, com o propósito de levar a palavra e o consolo de Deus. Tenho convicção de que, mesmo diante das dificuldades impostas pelo momento, o presidente seguirá fortalecido por sua fé, com espírito firme e confiança para suportar as adversidades”, disse nesta sexta-feira (16).

Manzoni afirmou que ainda não sabe quando será sua primeira visita religiosa na Papudinha, para onde Jair Bolsonaro foi transferido nessa quinta-feira quando deixou a Superintendência da Polícia Federal (PF), também na capital federal.

Ao determinar a transferência do ex-presidente, o ministro Alexandre de Moraes garantiu o direito a visitas religiosas. Além do deputado distrital, pode ter esse tipo de encontro com Bolsonaro o bispo Robson Rodovalho, fundador e presidente da igreja evangélica Sara Nossa Terra.

Assim como Manzoni, Rodovalho tem influência política entre integrantes da direita. Ele foi deputado federal pelo Distrito Federal entre os anos de 2007 e 2011. Naquele período, integrou dois partidos: Democratas e Progressistas.

Pela ordem de Moraes, a assistência religiosa a Bolsonaro na Papudinha poderá acontecer uma vez por semana, às terças ou sextas-feiras. Os encontros devem ter duração de uma hora e serão individuais, organizados conforme a logística do presídio.

O ministro também determinou que, durante as visitas, Manzoni e Rodovalho atuem “na estrita qualidade de líderes religiosos e não de agentes políticos”.

“Basicamente serão momentos de conversa, leitura bíblica e oração”, assegurou Manzoni.

Com informações SBT News

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