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Presidente “fake”? Né possível…

As arbitrariedades do deputado Fábio Félix (PSOL-DF) cometidas durante o carnaval do DF e envolvendo as ações dignas da Polícia Militar ainda tem muito o que andar nessa caminhada. Ao tentar desqualificar o trabalho da corporação do DF no carnaval, vale acabou dando um tiro no próprio pé, uma  burrice sem extremos

O vice-presidente da Câmara Legislativa do DF, por iniciativa própria, saiu em defesa de seu compatriota esquerdista, o deputado Fábio Félix (PSOL-DF), sobre o ocorrido na questão do gás de pimenta na cara do colega. Detalhe que o presidente da Câmara, Deputado Wellington Luiz, estava em Brasília. Portanto, a nota não poderia ter sido assinada por ele.

Ricardo Vale cometeu o grave equívoco de emitir uma nota oficial “em nome de todos” defendendo o deputado Fábio Félix (PSOL). Isso ocorreu após o parlamentar tentar impedir a prisão de uma organizadora de um bloco carnavalesco que incitava a multidão contra a ação da Polícia Militar contra dois traficantes de drogas.

Ora, a Polícia Militar, institucionalmente, estava ali pronta para agir sobre qualquer pretexto em proteção à sociedade que brincava o carnaval e ao identificarem que elementos mal intencionados estavam tentando ofuscar uma festa popular com drogas, comprovadamente detectada por cães farejadores, simplesmente agiram como Agentes do Estado.

Mas Ricardo Vale (PT-DF) não viu assim. Utilizou da imprensa local e das redes sociais para buscar uma defesa, que não existia, ao seu colega de esquerda Fábio Félix.

Ao condenar as atitudes dos Agentes do Estado que estavam ali para proteger e dar tranquilidade ao carnaval de muitos foliões, Ricardo Vale demonstrou um claro companheirismo ao abusado deputado distrital Fábio Félix que através de uma “Carteirada” quis impor as suas vontades e não as dos foliões que ali estavam.

Ao mesmo tempo, o nobre distrital não percebeu que a Polícia de hoje já não é mais a polícia de ontem. Com profissionais formados em direito e até doutorados, não seria qualquer “carteirada” que os intimidaria.

Ao emitir a Nota de Repúdio em nome da CLDF (Câmara Legislativa do DF), Vale falou por si, já que o atual presidente da Casa, deputado Wellington Luiz, estava em Brasília. Portanto, que legitimidade teria seu vice para falar em nome do presidente e demais deputados?

Isso nada mais é do que o desespero do PT no que possa a vir a acontecer com a sigla no DF. Outrora detentor de mais de 30% dos votos cativos no DF, hoje o PT não passa de uma sigla insignificante no cenário político da Capital, sem créditos e sem méritos.

Pelo visto, terá que marchar muito para chegar próximo ao que um dia foi a felicidade dos brasilienses, mas que hoje já se vacinaram com essa ojeriza chamada esquerda e quanto mais longe do PT, melhor.

**Poliglota é jornalista e Editor-chefe do Portal Opinião Brasília

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