Ao disseminar, ao seu estilo, mentiras sobre a intercessão do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad junto ao Governo do Distrito Federal sobre as questões envolvendo o BRB – Banco de Brasília S/A e o banco Master, a pasta desmentiu completamente a versão.
A Pasta afirmou que ministro não manteve nenhum tipo de contato com o GDF ou com a direção do banco, formal ou informalmente, após movimentação de políticos oposicionistas acionarem reportagens e redes sociais sobre possível reforço de capital de R$ 4 bilhões de reais.
O pronunciamento do Ministério da Fazenda se deu após o jornal O Estado de S. Paulo publicar informações de que Haddad teria cobrado do GDF prazos para a realização de um aporte de R$ 4 bilhões no BRB. A iniciativa estaria relacionada ao risco de intervenção na instituição, diante de uma insuficiência patrimonial identificada recentemente.
O desequilíbrio financeiro teria origem em operações realizadas no âmbito da tentativa de aquisição do Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, que acabaram pressionando o capital do banco estatal.
Análises apontam que o BRB precisa reforçar seu capital para cumprir as exigências regulatórias e afastar a possibilidade de medidas mais rigorosas por parte das autoridades de supervisão.
BRB também se pronuncia
Por conta disso, hoje a instituição BRB emitiu um informativo que coaduna com a manifestação do Ministério da Fazenda e, consequentemente, do ministro Haddad.
O BRB reafirma sua suficiência patrimonial e segue sólido, estável e operando normalmente, sem qualquer risco de intervenção.
As apurações conduzidas pelo Banco Central e pela auditoria independente da Machado Meyer, com suporte técnico da Kroll, ainda estão em curso e devem ser concluídas nas próximas semanas. Qualquer número não oficial divulgado publicamente é meramente especulativo, não correspondendo à realidade e não possuindo base técnica.
O BRB destaca que o diálogo com o Banco Central e demais órgãos reguladores faz parte da rotina de todas as instituições financeiras legalmente reguladas.
Reforça, ainda, que, caso seja necessário, dispõe de plano para recomposição de capital e destaca que eventuais aportes do acionista controlador não retiram recursos previstos no orçamento para políticas públicas.
O BRB esclarece, também, que estuda mecanismos para iniciar o processo de venda dos ativos recuperados junto ao Banco Master, medida que contribuirá para o fortalecimento adicional da posição financeira do Conglomerado BRB.
O Banco permanece comprometido com a transparência, a governança e o cumprimento de todas as normas que regem o sistema financeiro.
Além disso, o BRB destaca sua relevância estratégica para o desenvolvimento econômico e social do Distrito Federal, atuando como agente de fomento, ampliando o acesso ao crédito, apoiando empresas locais e impulsionando projetos estruturantes que beneficiam a população do Distrito Federal e as regiões em que atua.
Da redação





