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Assassinou, foi identificado, mas site ligado ao Grupo Globo insiste em trata-lo como “suspeito”

Homem filmado matando vigia em shopping é chamado de “suspeito” por site do grupo Globo. Uma vergonha

A demora na captura de um homem já identificado e com a prisão decretada alimenta a sensação de insegurança e o medo de que o dinheiro compre o silêncio.

Waldecir José de Lima Júnior, que asssassinou friamente o vigia Dhemis Augusto Santos em um shopping de Palmas-TO, completa dois meses de fuga sem que a polícia consiga capturá-lo. O crime, ocorrido em novembro, foi motivado por uma simples discussão sobre uma vaga de estacionamento.

Apesar da clareza solar das evidências e do mandado de prisão já expedido pela Justiça, o portal G1 Tocantins, do Grupo Globo, insiste em se referir o autor como apenas um “suspeito”. Este tipo de abordagem da grande mídia tem gerado forte indignação na população, que vê como uma tentativa de suavizar a conduta de quem foi filmado cometendo um homicídio brutal à luz do dia, diante de várias testemunhas oculares.

A Secretaria de Segurança Pública informou que a Divisão de Homicídios continua trabalhando para localizar o paradeiro de Waldecir, mas mantém os detalhes sob sigilo. Enquanto isso, a defesa do acusado evita dar respostas claras sobre sua localização. A demora na captura de um homem já identificado e com a prisão decretada alimenta a sensação de insegurança e o medo de que o dinheiro compre o silêncio.

As imagens das câmeras de segurança são devastadoras e não deixam qualquer margem para questionamentos sobre a autoria do crime. No vídeo, Waldecir aparece sacando uma arma e disparando contra o trabalhador, que apenas cumpria seu dever de orientar o trânsito no local. Após o tiro fatal, o agressor fugiu em um carro de luxo, deixando para trás um rastro de sangue e revolta na capital tocantinense.

Dhemis era um cidadão de bem, vindo de Sergipe para o Tocantins em busca de uma vida melhor e do sonho de constituir família. Segundo relatos de pessoas próximas, ele era um profissional dedicado que planejava casar e comprar sua casa própria. Infelizmente, seus planos foram interrompidos pela fúria descabida de um homem que se achou no direito de tirar uma vida por causa de uma baliza.

Por que a imprensa tradicional usa o termo “suspeito”?
Muitos leitores questionam por que veículos como o G1 utilizam o termo “suspeito” mesmo quando há provas públicas do crime. Em teoria, a imprensa segue um rigor jurídico baseado no princípio da presunção de inocência, previsto na Constituição. Para o Direito, ninguém é considerado culpado até que haja uma sentença condenatória definitiva (o trânsito em julgado), a menos que o investigado seja do espectro político da Direita.

No entanto, quando as imagens mostram o ato sem qualquer dubiedade e a polícia já identificou o autor com provas materiais, o uso do termo “suspeito” acaba soando como uma proteção desnecessária ao agressor. No caso de Waldecir, não há dúvidas reais sobre a autoria, pois a prova em vídeo é contundente, mas a grande mídia prefere se resguardar juridicamente atrás do termo técnico até o fim do processo.

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