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CPMI do INSS vota hoje quebra de sigilo de Lulinha e Guga Lima

Relator aponta indícios de que filho de Lula teria atuado como “sócio oculto” do Careca do INSS

A CPMI do INSS vota hoje, a partir das 9h, 87 requerimentos. Entre eles está o pedido de quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha e de Augusto Lima, ex-sócio petista de Daniel Vorcaro, responsável pelos consignados do Banco Master e dono do CredCesta.

Também serão analisados requerimentos contra Danielle Miranda Fontelles, apontada como responsável por estruturas no exterior da Farra do INSS, e Gustavo Marques Gaspar, sócio-administrador da GM Gestão, que concedeu procuração a Rubens Oliveira Costa, diretor de empresas ligadas ao “Careca do INSS”.

A comissão também tem previstas para hoje oitivas do deputado estadual Edson Araújo, do empresário Paulo Camisotti e do advogado Cecílio Galvão.

Lulinha

O pedido de quebra de sigilo de Lulinha foi apresentado pelo relator da CPMI, Alfredo Gaspar (União-AL). Ele sustenta que há indícios de que o filho de Lula (PT) teria atuado como “sócio oculto” de Antônio Camilo, o “Careca do INSS”.

“A necessidade de investigar Fabio Luís decorre diretamente de mensagens interceptadas em que Antônio Camilo, ao ser questionado sobre o destinatário de um pagamento de R$ 300 mil destinado à empresa de Roberta Luchsinger, responde explicitamente tratar-se de ‘o filho do rapaz’”, justificou Gaspar, que concedeu entrevista exclusiva ontem (25) ao ALive.

Segundo o relator, documentos indicam repasses de R$ 1,5 milhão da Brasília Consultoria à RL Consultoria, empresa de Luchsinger, sob justificativa de consultoria em projetos fora do ramo da contratante. Para ele, as transações podem não ter lastro econômico real.

Guga Lima

No caso de Augusto Lima, há pedidos de quebra de sigilo e de convocação. Também foram protocolados requerimentos contra o CredCesta, de Guga Lima.

O CredCesta marcou a entrada do Master no mundo do crédito consignado. Criado por Augusto Lima em 2018, após vencer licitação da Ebal, da Bahia, o negócio foi incorporado ao Banco Master, então chamado Banco Máxima, quando Lima entrou na sociedade, em 2020.

Mais da metade do lucro do banco de Vorcaro, liquidado pelo Banco Central no ano passado, vinha do CredCesta.

Mais de 250 mil contratos de consignado vinculados ao Master apresentam indícios de irregularidades, incluindo suspeitas de contratação sem autorização dos beneficiários.

As informações são do blog do Cláudio Dantas

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