Uma reunião de 2h30 minutos foi o suficiente para o ministro André Mendonça, do STF e novo Relator do caso Banco Master, deixar bem claro à Polícia Federal de que nada e nem ninguém será poupado nesse que já é um dos maiores escândalos do Brasil
Fontes informaram que o alvoroço está sendo a retórica dentro do Congresso Nacional. Mas por que seria?
Bom, isso agora não é tão relevante, mas o que Mendonça recebeu da Polícia Federal com informações sigilosas pode sim causar muitas perdas de sono por parte de muitas autoridades, entre elas parlamentares do Legislativo, do Judiciário e, quiçá, do próprio Executivo.
A perícia da Polícia Federal repassou parte, ainda, dos mais de 100 celulares apreendidos, dispositivos eletrônicos (como notebook e Ipads) além de cruzamentos bancários considerados sensíveis ao ministro. As linhas de investigação utilizadas pela PF podem trazer novas surpresa sobre movimentações financeiras atípicas e possíveis conexões políticas ligadas ao Banco Master.
As primeiras decisões de Mendonça reforçando a autonomia da PF e reorganizando o fluxo do inquérito já provocaram reação no Congresso Nacional, onde cresce a preocupação com o impacto político das descobertas. O caso ganha novo ritmo no STF e passa a pressionar atores que, até aqui, acompanhavam as investigações à distância.
Haja Rivotril no mercado para acalmar tanta procura…
**Poliglota é jornalista e Editor-chefe do Portal Opinião Brasília




