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Hoje, o Brasil tem um encontro com seu futuro: o poder da democracia está nas mãos do eleitor

Mais do que escolher governantes, votar neste domingo é exercer a cidadania, assumir responsabilidades e participar da construção do país que desejamos deixar às próximas gerações.

Neste domingo, 25 de outubro, milhões de brasileiros têm um compromisso que vai muito além de comparecer a uma seção eleitoral e apertar algumas teclas de uma urna eletrônica. Hoje é dia de exercer a cidadania, refletir sobre o futuro e fazer valer um dos direitos mais importantes de uma democracia: o direito de escolher.

O voto não deve ser tratado como uma simples obrigação. Ele representa a voz de cada cidadão, independentemente de sua condição social, profissão ou lugar onde vive. Na urna, todos possuem o mesmo poder de decisão.

É hora de deixar de lado as provocações, as disputas pessoais e o barulho das campanhas para refletir sobre aquilo que realmente importa: o futuro das nossas famílias, a educação dos nossos filhos, a saúde, a segurança, a economia e as oportunidades para as próximas gerações.

Votar com consciência significa olhar além dos discursos, conhecer as propostas, avaliar as trajetórias e compreender as consequências de cada escolha. Não se trata de votar por impulso, medo ou pressão, mas de exercer livremente um direito conquistado e protegido pela democracia.

A ausência também merece reflexão. Quando deixamos de participar, abrimos mão da oportunidade de expressar nossa preferência nas decisões que influenciarão nossa vida cotidiana.

O Brasil é maior do que qualquer partido, candidato ou disputa eleitoral. E a democracia se fortalece quando seus cidadãos participam com responsabilidade, respeito e liberdade.

Hoje, o protagonista não é o político que aparece na televisão ou nas redes sociais. É o cidadão que comparece à urna e faz sua escolha.

Porque uma eleição dura apenas um dia, mas suas consequências podem acompanhar toda uma geração.

Neste 25 de outubro, que prevaleçam a consciência, o respeito e a vontade livre e soberana do povo brasileiro.

Por Jorge Poliglota, editor-chefe do Portal Opinião Brasília

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