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Celina Leão apresenta propostas para empresários e feirantes e promete não aumentar impostos

Em três encontros, candidata falou sobre segurança jurídica para empresas, regularização de áreas comerciais, incentivos ao setor produtivo e um programa de renegociação de dívidas para feirantes

Celina Leão (PP) participou, nesta terça-feira (13), de três encontros com representantes do setor empresarial, do varejo, dos combustíveis e das feiras do Distrito Federal. Nas reuniões, a candidata apresentou propostas para estimular a atividade econômica, ampliar a segurança jurídica dos empreendedores e apoiar pequenos negócios. Entre os compromissos anunciados estão não reajustar impostos, criar condições para a renegociação de dívidas dos feirantes e garantir a permanência dos trabalhadores que já atuam nas bancas.

Nos encontros com empresários e representantes do varejo e do setor de combustíveis, Celina afirmou que pretende manter os impostos sem reajustes e ampliar a base de arrecadação por meio do crescimento da atividade econômica. Ela também destacou a importância de oferecer segurança jurídica para que as empresas possam investir e expandir suas operações.

“Primeiro, a gente tem um compromisso de não reajustar impostos. Queremos também aumentar a segurança jurídica para que eles possam expandir suas unidades. São empresários que geram emprego e também receita para o Estado em forma de impostos. Então, a gente quer aumentar a base contributiva sem aumentar impostos”, declarou.

A candidata também mencionou a necessidade de facilitar a abertura de empresas e manter os serviços públicos prioritários, como saúde, educação e segurança. No encontro com empresários do Núcleo Bandeirante, citou ainda a regularização de áreas comerciais, especialmente na região da Vila Cauhy, como uma das demandas a serem trabalhadas.

A maior renegociação de dívidas da história

Na reunião com lideranças de feiras do Distrito Federal, Celina anunciou a intenção de implementar um programa de refinanciamento de débitos voltado aos trabalhadores do setor. A proposta, segundo ela, busca oferecer condições para que os feirantes reorganizem suas finanças e mantenham suas atividades.

“A gente vai fazer o maior Refis [Programa de Recuperação Fiscal] da história para os feirantes. Nós vamos fazer com que eles tenham condição de se reorganizarem”, afirmou.

Outro compromisso apresentado foi garantir a permanência dos feirantes que já trabalham regularmente nas bancas, diante da preocupação da categoria com a possibilidade de licitações que resultem na perda dos espaços ocupados. Celina também propôs abrir bancas atualmente fechadas, com critérios que priorizem trabalhadores do próprio setor e evitem que os espaços sejam concentrados em grandes empresas.

Durante o encontro, Celina citou R$ 45 milhões em investimentos no setor e outros R$ 11 milhões disponibilizados para ações relacionadas às feiras. Ela também afirmou que pretende estudar a possibilidade de isenção de taxas, em articulação com outras áreas do governo e com o Sebrae, para avaliar os impactos da medida na arrecadação e nos pequenos negócios.

Segurança jurídica e desenvolvimento regional

Já no encontro com empresários do Núcleo Bandeirante, Celina falou sobre a importância da regularização de estabelecimentos comerciais e áreas que ainda enfrentam pendências. Segundo ela, a segurança jurídica é uma das principais demandas apresentadas pelos empreendedores, que buscam previsibilidade para manter e ampliar suas atividades.

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