Lula voltou com a cartola cheia de promessas. O novo coelho da vez? Um “aumento” no Bolsa Família, anunciado com pompa bem em ano eleitoral.
As redes sociais não perdoaram e resgataram a memória que o Planalto queria apagar: em 2022, a promessa era picanha e cervejinha na mesa do trabalhador. O que o povo ganhou? A picanha ficou no açougue a R$ 80 o quilo e a cervejinha evaporou junto com o poder de compra. Ficou só na vontade.
Agora o roteiro se repete. Sem picanha, sem cerveja, Lula tenta aplicar o mesmo golpe com outra roupagem: joga um reajuste no Bolsa Família para cima do eleitorado mais vulnerável e espera que ninguém perceba que é a velha enganação de sempre.
É o modelo Lula de governar: na véspera da eleição, promete o banquete; depois da eleição, entrega a marmita vazia. Em 2022 foi picanha. Em 2026 é Bolsa Família.
O truque muda, o ilusionista é o mesmo – e o povo, mais uma vez, paga o ingresso para ver o show.
Da redação por Jorge Poliglota…




