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Empresário ligado ao PCC entrega proposta de delação e cita magistrados

Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como “Beto Louco”, propôs revelar a participação de servidores públicos em esquema bilionário de fraudes e lavagem de dinheiro

Roberto Augusto Leme da Silva propôs revelar a participação de servidores públicos e magistrados no esquema bilionário de fraudes fiscais e lavagem de dinheiro envolvendo postos de combustíveis e fintechs. As informações foram reveladas pela Folha de S. Paulo e confirmadas pela CNN Brasil.

Nos documentos apresentados por Beto Louco, ele entregou dados de dezenas de celulares que utilizava no esquema, dos quais os promotores poderão extrair evidências dos crimes relatados. A delação não contém acusações contra pessoas com foro privilegiado em Brasília.

O empresário, que está foragido, passou as últimas semanas articulando com seus advogados o preparo dos anexos da delação premiada, que seriam rascunhos indicando o conteúdo da delação.

Segundo a apuração da Folha, confirmada pela reportagem, ele concordou com o pagamento de milhões de reais como ressarcimento ao Estado pelos crimes cometidos. Os valores não foram revelados.

Agora, caberá ao procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, decidir se a proposta de delação de Beto Louco será aceita ou recusada. Em conversa com a CNN Brasil em janeiro deste ano, o procurador-geral afirmou que a Carbono Oculto é um dos “mais sofisticados esquemas criminosos” já desbaratados, extrapola o PCC e “não existiria se não tivesse agente público corrupto e facilitador”.

Informações CNN Brasil

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