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Por sorteio eletrônico, André Mendonça é o novo Relator do Caso Master

A escolha do ministro André Mendonça como novo relator do caso envolvendo o Banco Master surge como um movimento que reforça a credibilidade institucional do Supremo Tribunal Federal e transmite uma mensagem clara de respeito às regras e à transparência.

O fato de a relatoria ter sido definida por sorteio eletrônico — mecanismo previsto no regimento interno da Corte — afasta qualquer narrativa de interferência política ou direcionamento, fortalecendo a confiança pública no sistema judicial. Em momentos de forte tensão e especulação, a impessoalidade do sorteio funciona como um verdadeiro pilar de estabilidade democrática.

Além disso, André Mendonça é visto por muitos analistas como um magistrado de perfil técnico, cuidadoso e rigoroso na análise processual. Sua atuação costuma ser marcada pela valorização do devido processo legal, do contraditório e da segurança jurídica — elementos essenciais em um caso de grande repercussão nacional.

A chegada de um novo relator também ajuda a oxigenar a condução do processo, trazendo uma oportunidade de reavaliar etapas, garantir maior transparência e acelerar eventuais encaminhamentos. Isso tende a reduzir ruídos políticos e devolver o foco ao que realmente importa: a apuração objetiva dos fatos.

No fim das contas, o sorteio e a escolha de Mendonça representam um sinal positivo para o país. Mostram que, apesar das turbulências políticas, dos desmandos de alguns, a esperança da sociedade é que as instituições voltem a funcionar dentro das regras, preservando a legalidade e a confiança da sociedade no Judiciário.

**Poliglota é jornalista e Editor-chefe do Portal Opinião Brasília

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